O caminho do inferno está pavimentado de boas intenções.

(Karl Marx)


domingo, 8 de outubro de 2017

Foco: Cliente Interno

Qualquer organização para se tornar competitiva vai necessitar valorizar os seus clientes internos que são os diretores, gerentes, chefes ou colegas de trabalho. São as pessoas a quem são direcionados os serviços ou que recebem algum tipo de produto ou serviço, necessário para a realização do trabalho operacional da empresa. O relacionamento entre os clientes internos está ligado diretamente às relações interpessoais.
Para os funcionários, devem ser aplicadas as mesmas regras de conduta adotadas para com o cliente externo. As relações entre os colegas são muito mais próximas do que com os clientes, portanto é muito importante conhecer os colegas e adotar condutas e comportamentos para melhorar a adaptação e a convivência entre todos.
Então, quanto melhor houver a compreensão entre os que trabalham juntos, melhor pode-se saber que atitudes adotar para tornar o relacionamento mais saudável e amigável. É necessário ressaltar que os colegas são pessoas diferentes entre si e devem ser tratadas de acordo com as suas individualidades. É importante lembrar que todos têm anseio de reconhecimento e que estes podem ser semelhantes.
Outro aspecto a ser considerado é que a convivência interna se reflete definitivamente nas relações com o cliente externo. Onde já conflitos e relações competitivas, a produtividade, o atendimento à clientela e o ambiente de trabalho jamais poderão ser satisfatórios.

E como se pode criar um clima amistoso?
*Fale com as pessoas – Nada há tão agradável e animado quanto uma palavra de saudação, particularmente hoje em dia quando se precisa mais de sorrisos amáveis.
*Sorria para as pessoas – Lembre-se que se usam 72 músculos para franzir a testa e somente 14 para sorrir.
*Chame as pessoas pelo nome – A música mais suave para muitos ainda é ouvir o próprio nome.
*Seja amigo e prestativo – Se você quiser ter amigos, seja amigo.
*Seja cordial – Fale e haja com toda sinceridade: tudo o que fizer, faça-o com todo prazer. Interesse sinceramente pelos outros – Lembre-se que se sabe o que se sabe, porém não se sabe o que os outros sabem.
*Seja sinceramente interessado pelos outros.
*Seja generoso em elogiar, cauteloso em criticar – Os líderes elogiam. Sabem encorajar, dar confiança e elevar os outros.
*Saiba considerar os sentimentos dos outros – Existem três lados em uma controvérsia: o seu, o do outro, e o lado de quem está certo.
*Preocupe-se com a opinião dos outros – Três comportamentos de um verdadeiro líder: ouça, aprenda e saiba elogiar.
*Procure apresentar um excelente serviço – O que realmente vale na vida é aquilo que fazemos para os outros.

Na verdade, da mesma forma que os clientes buscam satisfação e prazer na aquisição de um produto ou serviço, os funcionários também necessitam de um estado de satisfação superior, capaz de comprometê-los com os objetivos da organização. Os funcionários que superam as expectativas dos clientes agregam um valor adicional às vendas e à imagem da empresa, influenciando decisivamente nos estímulos futuros que decidirão novas compras. Assim, ações eficazes de marketing dirigidas ao público interno têm o poder de comprometer os funcionários com a marca, os tornando leais com a estratégia da empresa, fiéis com seus valores e satisfeitos com o trabalho que desempenha. Reconhecer o funcionário como sendo o primeiro cliente da organização, desperta nele o sentimento de ser parte fundamental na realização dos objetivos da empresa, aumentando sua valorização pessoal e profissional. Sentimentos desta natureza fazem com que as ações dos funcionários sejam sempre orientadas em benefício do cliente externo.
E é nesse contexto que o marketing deve ser entendido, ou seja, como um valor intrínseco e presente em todas as atividades organizacionais, interna e externamente. Pessoas guardam sentimentos e ressentimentos. Não esquecem tão facilmente aquela bronca, aquele desaforo ou injustiça a que foram submetidos. Portanto, tenha cuidado ao repreender alguém e principalmente cuide de seu tom de voz e com as palavras que profere. Pergunte, questione e peça sugestões. As pessoas quando se sentem peças importantes de algo tendem a ajudar. E não esqueça, esta ajuda vem de graça, a maioria quer apenas se sentir parte da construção de algo. Cuidado com o excesso de sinceridade. Muitos têm o chamado pavio curto e explodem com facilidade. Após a raiva passar voltam a conversar com as pessoas atingidas como se nada houvesse acontecido. Cuidado, as pessoas são diferentes dos cães que após levarem um chute voltam a abanar o rabo como se nada houvesse ocorrido.

Tenha um meio organizado de comunicar tudo o que acontece na empresa. Se você não tem tempo ou hábito, delegue a função à outra pessoa que possa realizar afinal todos os dias existem novidades e seus colaboradores quanto mais informados melhor poderão responder aos desafios do dia a dia. E, por fim, faça uma pesquisa de satisfação do cliente interno, pois a empresa precisa saber o quanto um ambiente de trabalho sadio ajuda na melhoria da qualidade de vida de todos que trabalham aqui, além de ser uma forte aliada na perpetuação da organização. Parte da atividade da liderança é prover tal ambiente. Esta pesquisa é muito importante para o presente e futuro da organização, por isto contamos com a sua colaboração.

Antes de tudo, é preciso lembrar que a nossa realização plena é feita de coisas pequenas e simples. Ações aparentemente insignificantes são capazes de tornar qualquer lugar prazeroso de se estar. Cumprimentar os colegas de trabalho com um sorriso pela manhã, pode lhe render belos sorrisos e simpatia de volta. Demonstrar gratidão a quem lhe ajudou naquele relatório que parecia interminável, oferecer auxilio ao colega quando sobrar um tempinho até mesmo como retribuição, aproveitar a hora do almoço e do cafezinho para demonstrar interesse em conhecer a história das pessoas que trabalham ao seu lado, estreitando assim alguns laços afetivos, são exemplos de algumas ações de custo zero, mas de grande valor, capazes de gerar resultados imensuráveis no ambiente de trabalho. Algumas atitudes, por mais que pareçam o contrário, são mais benéficas para quem praticou a ação do que para quem recebeu. Ser gentil é uma delas. Quando somos hostilizados por chefes ou colegas de trabalho, a primeira reação, geralmente, é a raiva e a distância. Tente praticar algo diferente, como um agradecimento por um gesto simples e pequeno praticado por essa pessoa que o tratou de forma não muito amigável. Com o passar do tempo, com certeza o ambiente de trabalho se tornará mais agradável, assim como a convivência com a pessoa em questão.

As coisas boas da nossa vida são julgamentos únicos e exclusivos nossos. Só nós mesmos podemos saber o que ou quem nos faz bem. Por isso, para que tanto o retorno ao trabalho quanto o cotidiano corporativo sejam agradáveis e acrescentem a sua vida, é de fundamental importância que, antes de qualquer coisa, você identifique quais são as suas coisas boas que você efetivamente valoriza. Se atingir os resultados estabelecidos, não tema em demonstrar alegria. Comemore as metas alcançadas, as parcerias fechadas, as reuniões produtivas. Aprenda a comemorar as grandes conquistas e as pequenas também, perceba o que te deixa contente, liste as coisas boas do seu trabalho, e busque agir sempre em favor desses momentos preciosos.

Portanto lembre-se: os pequenos gestos nos mostram que não precisamos de recursos materiais ou grandes mudanças, mas de um comprometimento com a sua auto-realizarão em todos os ambientes onde nos relacionamos. Você passa a maior parte da sua vida no ambiente de trabalho, então ele precisa ser agradável e você precisa se sentir bem. É possível viver as coisas boas da vida também no trabalho! A qualidade no ambiente corporativo é apenas um dos muitos fatores a serem explorados e melhorados nessa bela e instigante jornada, as quais chamaram de vida.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Afinal de contas o que é motivação?

Como desenvolver a motivação de nossos colaboradores? Infelizmente, não existe nenhuma fórmula mágica, porém, existem algumas regras básicas para se desenvolver um programa, que melhor encaixa na cultura organizacional existente dentro de cada empresa. Toda empresa possui uma cultura organizacional diferente e funcionários diferentes que por sua vez possuem necessidades diferentes. Portanto, empresas diferentes, programas diferentes.

Existem basicamente três programas de motivação mais utilizados: Motivação através de Incentivos Financeiros (resultados imediatos, mas perigosa em longo prazo), Motivação através de Reconhecimento e Promoções (uma das mais indicadas, porém menos utilizada por lidar diretamente com desejos e ambições individuais se não for bem implantada pode gerar uma série de brigas internas e posteriormente divisão de equipes por afinidades) e por última a Motivação através de Análise de Cargos e Salários (a mais cara para a empresa, pois necessita de um profissional com formação em Recursos Humanos para montar os cargos e definir os salários de acordo com Convenções Coletivas e CLT, criando um Quadro de Carreira onde cada colaborador é promovido seguindo uma série de fatores pré-determinados por um manual ou cartilha).

O RH no seu dia a dia deve buscar uma melhoria de vida para os colaboradores que estão sob o seu comando e uma melhoria de serviços prestados pelas empresas. Recentemente ouvi de um empresário que ele dava tudo para seus colaboradores mesmo assim eles não produziam e ele não entendia o porquê, conversei com outro que achava que o empregado deve fazer primeiro pela empresa e só assim ganhar alguma coisa em troca além do salário, enfim, motivar parece ter se tornado uma palavra mágica nas organizações, vamos motivar o pessoal dando um auxílio farmácia e desta forma eles terão de produzir mais. Não podemos esquecer que a motivação é um fator interno que merece extrema atenção, pois é através da motivação que os colaboradores demonstram prazer em realizar suas tarefas e se sentem realizados com os resultados que obtém, partindo desta lógica não devemos contratar uma empresa para motivar nossos colaboradores. Quais ferramentas o Sr. Administrador utiliza para motivar seus colaboradores? Será que um auxílio farmácia resolverá o problema quando o líder sequer sabe o nome de todos os seus comandados ou seus sonhos e seus desejos. Antes de perguntamos para nossos colaboradores devemos nos perguntar, nossa empresa pode realizar os sonhos dos seus clientes internos? Como um funcionário de “chão de fábrica” poderá chegar a um cargo de liderança dentro da minha empresa? Respondendo estas perguntas os empresários poderão começar a entender como motivar seus colaboradores. Um programa de motivação possui início, porém nunca um fim. Ele deve estar em constante aprimoramento.

Artigo publicado na Revista Glamour MG - edição Dez/Jan - Pág.48
Fonte: http://revistaglamourmg.com.br/Glamour13a/

terça-feira, 30 de setembro de 2014

A Idade de Ser Feliz

Existe somente uma idade para a gente ser feliz, 
somente uma época na vida de cada pessoa 
em que é possível sonhar e fazer planos 
e ter energia bastante para realizá-las 
a despeito de todas as dificuldades e obstáculos. 

Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente 
e desfrutar tudo com toda intensidade 
sem medo, nem culpa de sentir prazer. 

Fase dourada em que a gente pode criar 
a nossa própria imagem e semelhança 
e vestir-se com todas as cores 
e experimentar todos os sabores 
e entregar-se a todos os amores 
sem preconceito nem pudor. 

Tempo de entusiasmo e coragem 
em que todo o desafio é mais um convite à luta 
que a gente enfrenta com toda disposição 
de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO, 
e quantas vezes for preciso. 

Essa idade tão fugaz na vida da gente 
chama-se PRESENTE 
e tem a duração do instante que passa.


domingo, 21 de setembro de 2014

Quais características são necessárias em um bom líder?


Geniais e geniosos como Steve Jobs ou respeitados e respeitosos como Mahatma Gandhi, o perfil dos líderes é tão variado quanto às personalidades de seus inúmeros seguidores. No entanto, de acordo com especialistas e colaboradores, certos atributos são essenciais para que um superior deixe de ser um simples chefe e se torne um verdadeiro líder.
Em pesquisa realizada pela Robert Half, cerca de 300 entrevistados apontaram a inspiração de outras pessoas (43,2%), ética (41,9%) e a capacidade de tomar decisões (38,5%) como as três principais características de um líder. O levantamento contou com a participação de presidentes, superintendentes, diretores e gerentes de companhias de médio e grande porte em todo o Brasil. Segundo Fernando Luís Schuler, Diretor Executivo do IBMEC-RJ, o líder precisa ser ético e agir com imparcialidade para criar uma atmosfera de previsibilidade, necessária para o amadurecimento das equipes.  “A vida já nos oferece surpresas demais e, para que a nossa criatividade possa fluir, a gente precisa ter alguns níveis de estabilidade institucional. É preciso ter chances de errar para poder acertar, para poder arriscar. Eu preciso confiar que serei tratado com imparcialidade ou da mesma forma que as outras pessoas”, afirmou Fernando. O levantamento cita ainda a capacidade de identificar e desenvolver talentos (33,6%), de influenciar os outros (28,9%), ter a visão do todo (28,6%), comunicação (25,9%) e capacidade de planejamento e antecipação (22,3%), entre outros.

Conflito de responsabilidades

Todos os atributos apontados na pesquisa estão diretamente ligados ao impacto no trabalho dos liderados. Contudo, muitos profissionais atingem o status de líder somente em razão dos próprios resultados. A nova posição exige a habilidade de gerenciar pessoas e trazer resultados através delas, o que pode criar um conflito com os antigos hábitos e direcionamentos do líder. “Muitas vezes, quando o profissional chega à posição de liderança, ele não tem consciência de que mais do que nunca ele vai precisar dos resultados dos seus liderados. Tendo essa visão que é muito mais inspiradora, ele deve dedicar a maior parte do seu tempo em orientar a sua equipe. A reputação dele não se baseia mais nos resultados próprios, mas nos resultado da equipe”, declarou Daniel Ramirez, CEO da Eagle´s Flight e Presidente do GAR. No mercado, é muito fácil encontrar líderes geniais, mas imprevisíveis e isolados. As pessoas costumam confiar que esses profissionais irão oferecer soluções mágicas. São os “líderes ruins”, de acordo com Daniel Ramirez, uma vez que eles “se afastam do time e criam uma visão muito egocêntrica deles mesmos”. Além de prejudicar a equipe que não se desenvolve, a presença de um líder genial, porém isolado é pouco sustentável para empresa. Esse tipo de liderança raramente funciona, geralmente só para os empreendedores originais da empresa. À medida que a empresa cresce ela precisa entrar numa rotina positiva. “Você não pode ficar esperando um líder genial aparecer com todas as respostas. É muito mais interessante ter uma organização inteligente, onde as pessoas possam desenvolver produtos, tomar decisões, promover a micro criatividade de acordo com as suas habilidades. E elas só farão isso se tiverem o efeito de pertencimento, se elas imaginarem que a empresa é delas”, aponta Fernando Luís Schuler do IBMEC.


quinta-feira, 18 de setembro de 2014

O vendedor de sapatos

Era uma vez uma indústria de calçados que desenvolveu um projeto de exportação de sapatos para a Índia. Em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes do país para fazer as primeiras observações do potencial daquele futuro mercado.
Depois de alguns dias de pesquisa, um dos consultores enviou o seguinte fax para a direção da empresa:
"Chefe, cancele a produção, pois aqui ninguém usa sapatos."
Sem saber desse fax, o segundo consultor mandou à direção da empresa a seguinte observação:
"Chefe, triplique a produção, pois aqui ninguém usa sapatos."
Moral da História:
A mesma  situação representava um tremendo obstáculo para um dos consultores e uma fantástica oportunidade para o outro.
Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes. A sabedoria popular traduz essa situação na seguinte frase:
"Os tristes acham que o vento geme, os alegres acham que ele canta."
O mundo é como espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos e comportamentos. A maneira como você encara a vida faz TODA a diferença.
A terapeuta familiar Virgínia Satir resume isso da seguinte forma:
"Mais importante do que o fato em si, é o significado que damos ao fato."
Pense: Seu pensamento tem recado e endereço certos.


domingo, 15 de setembro de 2013

O Papel do Líder nas Organizações

Hoje em dia vemos um aumento de procura nas empresas por colaboradores que
desempenhem um papel de liderança e não é incomum vermos em anúncios de vagas as
frases “Perfil de liderança exigido” ou “Boa capacidade de trabalhar em equipes e desenvolver
serviços em grupo”. Para atender a estes requisitos devemos inspirar o líder que existe em
nós, no meio acadêmico discutimos muito a respeito da liderança, afinal ela é um bem que
nascemos portadores ou adquirimos com o tempo? A minha resposta seria que as duas estão
corretas, tanto nascemos com espírito de liderança como desenvolvemos através de
experiências de vida estas habilidades. No mundo empresarial pouco importa se você já
nasceu com este dom ou o adquiriu através do tempo, um bom líder se destaca na multidão
transforma a equipe, inspira a equipe e acima de tudo resolve problemas dados como
impossíveis por quem não daria conta. Ser líder é se superar a cada dia e superar todas as
adversidades ao seu redor vivendo em uma eterna competição principalmente tanto física
quanto psicológica, um bom líder se destaca e se sobressai sobre tudo e todos. Durante o meu
aprendizado me deparei com alguns pontos que destacam um líder na multidão, são eles:
Obsessão Criativa: Criar metas para atingir seus objetivos, sempre quando você desanimar crie
metas para alcançar algo, isso vai te impulsionar. Ou realizo ou morro tentando.
Ambiente produtivo: Manter sempre um bom astral na empresa. Se o clima não esta bom
pode estar acontecendo alguma coisa, passe a observar mais o colaborador talvez exista algum
descontentamento na equipe, ouvindo mais quem realmente conhece a empresa, o
colaborador.
Respeito ao código de honra: Manter sempre os prazos estabelecidos e os compromissos
assumidos. Se falar tem que cumprir com pena de trabalhar um pouco além do normal ou
diminuir os horários.
Conquistar aliados: Mostrar interesses pela empresa, amor pelo trabalho desta forma você
cativa as pessoas e assim consegue ter elas do seu lado.
Conhecimento: O bom líder tem que estudar e estar sempre se aprimorando. Quanto mais
você souber e conhecer mais as pessoas vão querer te escutar. Saber onde as coisas estão
saber aonde pesquisar, conhecer os concorrentes, as estratégias da empresa. Dica freqüente
lugares aonde você seja a pessoa que menos sabe.
Amor ao próximo: Não ser mercenário com as pessoas, não agir sempre de forma a tentar tirar
proveito do próximo. Hoje fica rico quem ajuda aos outros, procurar entender dentro da
equipe os objetivos das pessoas, quais são seus sonhos, que orientação eles precisam de você,
como ajudar os colaboradores a se tornarem melhores líderes.
Resultados: Quando você consegue resultados positivos você se torna exemplo para outras
pessoas, pessoas que conseguiram bons resultados de vida em várias experiências tendem a
ser seguidas pelas outras com mais facilidade.
E acima de tudo ser um líder inspirador que sabe conversar com equipe sobre o futuro
transforma os sonhos em possibilidades. O líder inspirador ensina menos e pergunta mais. O
segredo é sempre perguntar desta forma você estará fazendo com que o cérebro das pessoas
trabalhe. As perguntas envolvem as pessoas em um compromisso com a organização.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Compromisso

Dê sempre o melhor... E o melhor virá! 
Às vezes as pessoas são egocêntricas, ilógicas e insensatas... Perdoe-as assim mesmo! 
Se você é gentil, as pessoas podem acusá-lo de egoísta e interesseiro... Seja gentil assim mesmo! 
Se você é um vencedor, terá alguns falsos amigos e alguns inimigos verdadeiros... Vença assim mesmo! 
Se você é honesto e franco, as pessoas podem enganá-lo... Seja honesto e franco assim mesmo! 
O que você levou anos para construir, alguém pode destruir de uma hora para outra... Construa assim mesmo! 
Se você tem paz e é feliz, as pessoas podem sentir inveja... Tenha paz e seja feliz assim mesmo! 
O bem que você faz hoje, pode ser esquecido amanhã... Faça o bem assim mesmo! 
Dê ao mundo o melhor de você, mas isso pode nunca ser o bastante... Dê o melhor de você assim mesmo! 
E veja você que, no final das contas, é entre você e DEUS... Nunca foi entre você e eles!

Madre Teresa de Calcutá

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Afinal de contas o que é motivação?


Atualmente atravesso em minha vida uma recolocação profissional, aonde sou estudante de Recursos Humanos tenho bastante experiência em Departamento de Pessoal e conheço bastantes micro-empresários, moro em uma cidadezinha no interior de Minas Gerais com seus 40 e poucos mil habitantes, recém saída de uma “revolução industrial”, recebemos nos últimos anos corporações grandes, algumas de cunho multinacional, esperava uma mudança no comportamento dos empresários e colaboradores, mas qual foi a minha surpresa ao deparar com um cenário que se repete a mais de 10 anos. Estamos a mercê de uma crise na economia nacional, vide o alto aumento da inflação acompanhada de um aumento assustador na criminalidade e a imparcialidade dos nossos políticos é assustadora.

Como RH busco um melhora de vida para os colaboradores que trabalham sob meu comando e uma melhoria de serviços prestados pelas empresas, ouço falar em motivação, recentemente ouvi de um empresário que ele dava tudo para seus colaboradores, mas mesmo assim eles não produziam, conversei com outro que acha que o empregado deve fazer primeiro pela empresa e só assim ganhar alguma coisa em troca além do salário (como se esse não fosse uma obrigação), enfim, motivar parece ter se tornado uma palavra mágica nas organizações, vamos motivar o pessoal dando um auxílio farmácia e desta forma eles terão de produzir mais. Não podemos esquecer que a motivação é um fator interno que merece extrema atenção, pois é através da motivação que os colaboradores demonstram prazer em realizar suas tarefas e se sentem realizados com os resultados que obtém (Chiavenato 2004), partindo desta lógica não devemos contratar uma empresa para motivar nossos colaboradores. Quais ferramentas o Sr. Administrador utiliza para motivar seus colaboradores? Será que um auxílio farmácia resolverá o problema quando o líder sequer sabe o nome de todos os seus colaboradores, ou seus sonhos, seus desejos, antes de perguntamos para nossos colaboradores devemos nos perguntar antes, nossa empresa pode realizar os sonhos dos seus clientes internos? Como um funcionário de “chão de fábrica” poderá chegar a um cargo de liderança dentro da minha empresa? Respondendo estas perguntas os empresários poderão começar a entender de motivação. 

terça-feira, 7 de maio de 2013

FOCO: Cliente Interno



Qualquer organização para se tornar competitiva vai necessitar valorizar os seus clientes internos que são os diretores, gerentes, chefes ou colegas de trabalho. São as pessoas a quem são direcionados os serviços ou que recebem algum tipo de produto ou serviço, necessário para a realização do trabalho operacional da empresa. O relacionamento entre os clientes internos está ligado diretamente às relações interpessoais.
Para os funcionários, deve ser aplicadas as mesmas regras de conduta adotadas para com o cliente externo. As relações entre os colegas são muito mais próximas do que com os clientes, portanto é muito importante conhecer os colegas e adotar condutas e comportamentos para melhorar a adaptação e a convivência entre todos.
Então, quanto melhor houver a compreensão entre os que trabalham juntos, melhor pode-se saber que atitudes adotar para tornar o relacionamento mais saudável e amigável. É necessário ressaltar que os colegas são pessoas diferentes entre si e devem ser tratadas de acordo com as suas individualidades. É importante lembrar que todos têm anseio de reconhecimento e que estes podem ser semelhantes.
Outro aspecto a ser considerado é que a convivência interna se reflete definitivamente nas relações com o cliente externo. Onde já conflitos e relações competitivas, a produtividade, o atendimento à clientela e o ambiente de trabalho jamais poderão ser satisfatórios.

E como se pode criar um clima amistoso?
*Fale com as pessoas – Nada há tão agradável e animado quanto uma palavra de saudação, particularmente hoje em dia quando se precisa mais de sorrisos amáveis.
*Sorria para as pessoas – Lembre-se que se usam 72 músculos para franzir a testa e somente 14 para sorrir.
*Chame as pessoas pelo nome – A música mais suave para muitos ainda é ouvir o próprio nome.
*Seja amigo e prestativo – Se você quiser ter amigos, seja amigo.
*Seja cordial – Fale e haja com toda sinceridade: tudo o que fizer, faça-o com todo prazer. Interesse sinceramente pelos outros – Lembre-se que se sabe o que se sabe, porém não se sabe o que os outros sabem.
*Seja sinceramente interessado pelos outros.
*Seja generoso em elogiar, cauteloso em criticar – Os líderes elogiam. Sabem encorajar, dar confiança e elevar os outros.
*Saiba considerar os sentimentos dos outros – Existem três lados em uma controvérsia: o seu, o do outro, e o lado de quem está certo.
*Preocupe-se com a opinião dos outros – Três comportamentos de um verdadeiro líder: ouça, aprenda e saiba elogiar.
*Procure apresentar um excelente serviço – O que realmente vale na vida é aquilo que fazemos para os outros.

Na verdade, da mesma forma que os clientes buscam satisfação e prazer na aquisição de um produto ou serviço, os funcionários também necessitam de um estado de satisfação superior, capaz de comprometê-los com os objetivos da organização. Os funcionários que superam as expectativas dos clientes agregam um valor adicional às vendas e à imagem da empresa, influenciando decisivamente nos estímulos futuros que decidirão novas compras. Assim, ações eficazes de marketing dirigidas ao público interno têm o poder de comprometer os funcionários com a marca, os tornando leais com a estratégia da empresa, fiéis com seus valores e satisfeitos com o trabalho que desempenha. Reconhecer o funcionário como sendo o primeiro cliente da organização, desperta nele o sentimento de ser parte fundamental na realização dos objetivos da empresa, aumentando sua valorização pessoal e profissional. Sentimentos desta natureza fazem com que as ações dos funcionários sejam sempre orientadas em benefício do cliente externo.
E é nesse contexto que o marketing deve ser entendido, ou seja, como um valor intrínseco e presente em todas as atividades organizacionais, interna e externamente. Pessoas guardam sentimentos e ressentimentos. Não esquecem tão facilmente aquela bronca, aquele desaforo ou injustiça a que foram submetidos. Portanto, tenha cuidado ao repreender alguém e principalmente cuide de seu tom de voz e com as palavras que profere. Pergunte, questione e peça sugestões. As pessoas quando se sentem peças importantes de algo tendem a ajudar. E não esqueça, esta ajuda vem de graça, a maioria quer apenas se sentir parte da construção de algo. Cuidado com o excesso de sinceridade. Muitos têm o chamado pavio curto e explodem com facilidade. Após a raiva passar voltam a conversar com as pessoas atingidas como se nada houvesse acontecido. Cuidado, as pessoas são diferentes dos cães que após levarem um chute voltam a abanar o rabo como se nada houvesse ocorrido.

Tenha um meio organizado de comunicar tudo o que acontece na empresa. Se você não tem tempo ou hábito, delegue a função à outra pessoa que possa realizar afinal todos os dias existem novidades e seus colaboradores quanto mais informados melhor poderão responder aos desafios do dia a dia. E, por fim, faça uma pesquisa de satisfação do cliente interno, pois a empresa precisa saber o quanto um ambiente de trabalho sadio ajuda na melhoria da qualidade de vida de todos que trabalham aqui, além de ser uma forte aliada na perpetuação da organização. Parte da atividade da liderança é prover tal ambiente. Esta pesquisa é muito importante para o presente e futuro da organização, por isto contamos com a sua colaboração.

Antes de tudo, é preciso lembrar que a nossa realização plena é feita de coisas pequenas e simples. Ações aparentemente insignificantes são capazes de tornar qualquer lugar prazeroso de se estar. Cumprimentar os colegas de trabalho com um sorriso pela manhã, pode lhe render belos sorrisos e simpatia de volta. Demonstrar gratidão a quem lhe ajudou naquele relatório que parecia interminável, oferecer auxilio ao colega quando sobrar um tempinho até mesmo como retribuição, aproveitar a hora do almoço e do cafezinho para demonstrar interesse em conhecer a história das pessoas que trabalham ao seu lado, estreitando assim alguns laços afetivos, são exemplos de algumas ações de custo zero, mas de grande valor, capazes de gerar resultados imensuráveis no ambiente de trabalho. Algumas atitudes, por mais que pareçam o contrário, são mais benéficas para quem praticou a ação do que para quem recebeu. Ser gentil é uma delas. Quando somos hostilizados por chefes ou colegas de trabalho, a primeira reação, geralmente, é a raiva e a distância. Tente praticar algo diferente, como um agradecimento por um gesto simples e pequeno praticado por essa pessoa que o tratou de forma não muito amigável. Com o passar do tempo, com certeza o ambiente de trabalho se tornará mais agradável, assim como a convivência com a pessoa em questão.

As coisas boas da nossa vida são julgamentos únicos e exclusivos nossos. Só nós mesmos podemos saber o que ou quem nos faz bem. Por isso, para que tanto o retorno ao trabalho quanto o cotidiano corporativo sejam agradáveis e acrescentem a sua vida, é de fundamental importância que, antes de qualquer coisa, você identifique quais são as suas coisas boas que você efetivamente valoriza. Se atingir os resultados estabelecidos, não tema em demonstrar alegria. Comemore as metas alcançadas, as parcerias fechadas, as reuniões produtivas. Aprenda a comemorar as grandes conquistas e as pequenas também, perceba o que te deixa contente, liste as coisas boas do seu trabalho, e busque agir sempre em favor desses momentos preciosos.

Portanto lembre-se: os pequenos gestos nos mostram que não precisamos de recursos materiais ou grandes mudanças, mas de um comprometimento com a sua auto-realizarão em todos os ambientes onde nos relacionamos. Você passa a maior parte da sua vida no ambiente de trabalho, então ele precisa ser agradável e você precisa se sentir bem. É possível viver as coisas boas da vida também no trabalho! A qualidade no ambiente corporativo é apenas um dos muitos fatores a serem explorados e melhorados nessa bela e instigante jornada, as quais chamaram de vida.

sexta-feira, 8 de março de 2013

POSTURA PROFISSIONAL



- Dicas para manter uma boa postura no trabalho:


  • As seis palavras mais importantes são: ADMITO QUE O ERRO FOI MEU!
  • As cinco palavras mais importantes são: VOCÊ FEZ UM BOM TRABALHO!
  • As quatro palavras mais importantes são: QUAL A SUA OPINIÃO?
  • As três palavras mais importantes são: FAÇA O FAVOR!
  • As duas palavras mais importantes são: MUITO OBRIGADO!
  • A palavra mais importante é: NÓS.
  • A palavra menos importante: EU.


terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Brasil lidera ranking mundial de contribuições sobre salários.


O Brasil lidera um novo ranking apontado pela mais recente pesquisa internacional da UHY, rede mundial de auditorias e contabilidade representada no Brasil pela UHY Moreira-Auditores. Desta vez, o estudo avalia a carga imposta aos empregadores sobre cada funcionário e concluiu que as empresas que atuam no País têm os maiores custos de seguro social e demais impostos sobre os seus empregados.  
Profissionais da área tributária da UHY levantaram os dados de 25 países, incluindo todos os membros do G7 e as economias emergentes BRIC.  Foi calculado o valor dos pagamentos, além dos salários, que uma empresa tem que realizar tais como contribuições sociais (vide tabela abaixo).
A pesquisa mostra que o empregador médio no Brasil paga, por exemplo, US$ 17,267 adicionais sobre salários de US$ 30,000 (57,6% do valor bruto), incluindo todos os custos empregatícios mandatórios como coberturas de saúde e provisões de pensões. Esta é a maior carga tributária trabalhista em comparação com a média global: US$ 6,757 sobre US$ 30,000, o que corresponde a 22,5% dos salários brutos.
“Os governos de muitos países têm estabelecido custos trabalhistas elevados sobre os empregadores durante a última década. Em países com posições financeiras precárias e problemas de desemprego, estes custos desestimulam a geração de empregos”, afirma Diego Moreira, diretor técnico da UHY Moreira-Auditores e membro do board da rede.
“A redução de custos extras sobre os salários estimularia a criação de novas empresas e, consequentemente, de novas vagas. Um fator positivo nesse sentido seria o Brasil manter um teto para os custos do seguro social. É preciso rever com urgência a estruturação da seguridade social, colocada em prática décadas atrás. Alguns especialistas argumentam que o aumento dos custos para os empregadores ocorreu em função disso”, acrescenta Moreira.
Em contrapartida, os países com os custos trabalhistas mais baixos são os EUA, Dinamarca, Índia e Canadá. Os empregadores médios do G7 têm que pagar US$ 7,263 (24,2%) adicionais sobre um salário bruto de US$ 30,000; e de US$ 61,063 (20,4%) adicionais sobre salários de US$ 300,000. Para os empregadores médios nos países BRIC os custos respectivos de emprego são US$ 8,488 (28,3%) e US$ 56,565 (18,9%).
A UHY salienta que há uma enorme disparidade entre os países com os maiores custos trabalhistas extras e aqueles com os menores. Os custos adicionais com salários brutos de US$ 30,000 são 16 vezes maiores nos países com a maior carga do que em países com os custos trabalhistas mais baixos.
Para salários de US$ 300,000, a diferença entre o Brasil (o mais caro) e a Dinamarca chega a ser 40 vezes maior. Os empregadores brasileiros devem pagar US$ 172, 667 adicionais sobre um salário bruto de US$ 300,000 (57,6% do salário bruto), enquanto os empregadores dinamarqueses devem pagar US$ 4,332 (1,4%) adicionais.
Martin Cairns da McGovern, Hurley, Cunningham, membro da UHY no Canadá, comenta: “Ao contrário de outros países, o Canadá tem conseguido manter os seus custos empregatícios obrigatórios relativamente baixos em termos percentuais nos últimos anos, reduzindo a carga sobre as empresas canadenses. Isto tem ajudado as empresas do nosso país a lidar com a queda no comércio internacional que se seguiu à crise financeira.”
fonte: http://administradores.com.br/noticias/economia-e-financas/brasil-lidera-ranking-mundial-de-contribuicoes-sobre-salarios/73622/

domingo, 17 de fevereiro de 2013

VENCEDOR X PERDEDOR



O que um perdedor e um vencedor dizem:

  
  • Um vencedor diz. 

Não fui bastante claro.

Cometi um erro e vou corrigi-lo. 

Parece que temos opiniões diferentes sobre este assunto.  

Comigo está tudo bem, mas posso fazer melhor.

Vou tentar explicar de outra maneira.

Nunca se é velho demais para aprender novos truques.

  • Um perdedor diz:

Você não entendeu o que eu disse.   

A culpa não foi minha.  

Não pretendo mudar de opinião.   

Não sou pior que muita gente.   

Como eu já disse inúmeras vezes.    

Você sabe quantos anos de experiência eu tenho no assunto?


sábado, 12 de janeiro de 2013

Se um homem marcha com um passo diferente do dos seus companheiros, é porque ouve outro tambor.



E você já fez a sua diferença para o mundo hoje?

sábado, 22 de dezembro de 2012

Ética Profissional


Ética profissional é refletir sobre as ações realizadas no exercício de uma profissão e deve ser iniciada antes da prática profissional.

Ser um profissional ético é ser profissional em todos os momentos

Para ser uma pessoa ética, deve-se seguir um conjunto de valores:

1. Ser honesto em qualquer situação - é a virtude dos negócios
2. Ter coragem para assumir as decisões - mesmo que seja contra a opinião alheia
3. Ser tolerante e flexível - deve-se conhecer para depois julgar as pessoas
4. Ser íntegro - agir de acordo com seus princípios
5. Ser humilde - só assim conseguimos reconhecer o sucesso individual

Ser ético é proceder sem prejudicar os outros

Características básicas de como ser um profissional ético:

1. Ser bom
2. Ser correto
3. Ser justo
4. Agir adequadamente

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

De onde vem o mundo?


Sofia sempre considerou o jardim um mundo à parte. Todas as vezes que  ouvia falar do jardim do Éden, mencionado na Bíblia, lembrava-se de seu esconderijo e da sensação de sentar-se ali e observar seu paraíso particular.
     De onde vem o mundo?
     Não... isto realmente ela não sabia. É claro que Sofia sabia que o mundo era apenas um pequeno planeta no meio de um universo enorme. Mas, então, de onde vinha o universo?
     Naturalmente se poderia pensar que o universo era uma coisa que sempre existiu. Nesse caso, ela não precisaria encontrar uma resposta para a questão de saber de onde ele vinha. Mas será que alguma coisa podia ser eterna? Alguma coisa dentro dela protestava contra isto. Tudo que existe tem que ter um começo, portanto, em algum momento o universo também tinha de ter surgido a partir de uma outra coisa.
     Mas se o universo de repente tivesse surgido de alguma outra coisa, então essa outra coisa também devia ter surgido de alguma outra coisa algum dia. Sofia entendeu que só tinha transferido o problema de lugar. Afinal de contas, algum dia alguma coisa tinha de ter surgido do nada. Mas será que isto era possível? Esta idéia não era tão absurda quanto a noção de que o mundo sempre existiu.
     Nas aulas de religião ensinavam a ela que Deus tinha criado o mundo, e agora Sofia tentava se consolar com o fato de que, apear de tudo esta talvez fosse a melhor solução para o problema. Mas logo começou apensar novamente. Ela até poderia se contentar com o fato de Deus ter criado o mundo. Mas e próprio Deus? Teria ele próprio se criado a partir do nada absoluto? De novo, alguma coisa protestava dentro dela contra essa idéia. Embora não restasse dúvida de que Deus fosse capaz de criar todas as coisas possíveis dificilmente ele poderia ter criado a si mesmo, sem antes possuir um “si mesmo” através do que pudesse criar. Então só restava uma possibilidade: Deus sempre existiu. Mas esta possibilidade ela já tinha rejeitado. Tudo o que existia tinha que ter tido um começo.     
     -Droga!
     De novo abriu os dois envelopes.
     Quem é você?
     De onde vem o mundo?
     Que perguntas mais capciosa! E de onde vinham as duas cartas? Isto era uma coisa quase tão misteriosa quanto elas.
     Quem teria arrancado Sofia, de seu cotidiano e a terão confrontado de repente com os grandes mistérios do universo?

*trecho do livro O Mundo de Sofia

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Um pequeno conselho...

Me desliguei um pouco dessa paranoia de “o que os outros vão pensar?” E agir, segundo a minha vontade, segundo aquilo que eu julgo certo, que se danem os outros, afinal quem vai viver o momento sou eu! E dai se eu acordar arrependido? Pelo menos não terei dormido na vontade! E se eu errar? Ah, arquiva ai como experiência.


segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Identifique o perfil dos colaboradores para criar canais de comunicação eficazes


Imagine um jovem de 17 anos conversando com um senhor de 90 como se a diferença de idade não existisse. Os dois poderiam entender o assunto a fundo, mas são bem provável que o idoso se perdesse entre os “daoras”, os “micos” e outras gírias do garoto. Essa situação não está tão distante do mundo corporativo, principalmente, quando se desenvolvem ações de comunicação interno: conhecer com quem se fala é tão importante quanto o assunto discutido.

Eliana Cassandre, Comunicação Organizacional do Grupo Petrópolis, explica que identificar o perfil dos colaboradores é determinante para o sucesso da comunicação interna de uma corporação. “A partir da necessidade de cada público será criado um canal e uma linguagem específica para a realização de qualquer divulgação ou conscientização”, explica.
Para ela, os departamentos de Recursos Humanos e Comunicação Interna devem liderar essa aproximação junto aos colaboradores. Podem ser realizadas pesquisas internas, eventos e planejamento de programas para descobrir perfil do público interno. Da mesma forma, eles devem estar atentos a participação e ao engajamento dos profissionais, principalmente, para garantir que eles estejam “vestindo a camisa” da empresa.
Nesta entrevista, Eliana Cassandre aponta a responsabilidade da empresa em desenvolver canais de comunicação com seus colaboradores e como identificar o perfil do público interno. Ela também discute técnicas para medir os resultados das ações de comunicação e processo de engajamento.
Confira a entrevista:

Para alinhar os programas de comunicação interna, por que a empresa deve conhecer seu público alvo interno? Quem deve liderar esse processo?
A identidade do público interno é fator determinante para o sucesso da comunicação interna. A partir da necessidade de cada público será criado um canal e uma linguagem específica para a realização de qualquer divulgação ou conscientização. O processo deve sempre ser liderado pela equipe que atua na área de comunicação interna ao lado da equipe de RH, a qual será responsável por criar programas e ações que aproximem o público da organização do dia a dia da área de comunicação. Só assim será possível descobrir, entender e criar informações e linguagens específicas para atender a demanda deste público.
Quais estratégias podem ser usadas para conhecer o perfil dos colaboradores?
Pesquisa interna, eventos e planejamento de programas. Esta dinâmica aproxima os colaboradores dos profissionais da área de comunicação com as demais áreas da empresa, criando então uma sinergia de trabalho. Também se deve pensar em uma equipe de multiplicadores capaz de medir a temperatura da empresa e o envolvimento dos colaboradores.
O que a empresa deve fazer para que o colaborador represente a marca e “vista a camisa” da organização para o resto do mundo?
A empresa tem que ser sempre a primeira a comunicar em todos os casos, seja em momento de lançamento de produto ou crise. A informação bem feita e direta, com depoimentos de membros da diretoria, gera credibilidade aos canais de comunicação e isso irá refletir na participação ativa dos colaboradores nas campanhas e ações desenvolvidas pela empresa. Outro fator está ligado a liderança e como é o relacionamento dela com suas equipes. A boa comunicação do gestor com os demais envolvidos em sua equipe é fundamental para criar este orgulho corporativo.
A empresa precisa assumir que cuidar de sua marca é um bem para o colaborador e o colaborador deve perceber que tem um ganho. Com o passar dos anos a marca se transforma em seu sobrenome. Hoje sou a Eliana do Grupo Petrópolis. Quero que esta marca seja forte, pois é meu sobrenome. E assim eu a defendo.
Como medir os resultados de programas de comunicação interna? É possível medir se os colaboradores estão representando a empresa junto a amigos, conhecidos e o resto do mundo exterior?
O resultado está na quantidade e maneira que os colaboradores participam das ações da área de comunicação, seja com sugestão de pauta para canais internos ou via pesquisa de satisfação, que pode ser realizada uma vez ao ano no formato de perguntas fechadas. Atualmente as redes sociais são grandes parceiras na hora de medir a opinião deste público. São elas que apresentam a participação dos colaboradores e amigos nos posts realizados pela fanpage da empresa.
Os pontos de contato devem sempre prever alguma maneira de interatividade. Não podemos falar para as pessoas, mas devemos falar com eles. A comunicação deve ser horizontalizada, plena e não de cima para baixo. A pergunta não é o que eu tenho que comunicar, mas, sim, o que o colaborador ganha com esta comunicação.



Fonte:
http://www.recursoshumanosiq.com.br//gest-o-estrat-gica-de-neg-cios/articles/identifique-o-perfil-dos-colaboradores-para-criar/&mac=RHIQ_OI_Featured_2011&utm_source=recursoshumanosiq.com.br&utm_medium=email&utm_campaign=HrOptIn&utm_content=6/5/12